Alunos novos participam de dinâmica de acolhida no Colégio Maxi

O desconhecido pode provocar medo e insegurança. Qualquer pessoa que promova alterações significativas em sua vida, seja qual for o aspecto, está suscetível a passar por desconfortos inicias para se adaptar com a nova rotina. Pensando nessas questões, o Colégio Maxi proporcionou um momento de acolhida para os novos alunos do Ensino Médio.

Durante a tarde desta quinta-feira (7), os 130 novos estudantes do Ensino Médio puderam participar de um momento de acolhida e integração, com o objetivo de promover a socialização dos recém-chegados ao Colégio.

Em uma das dinâmicas, as orientadoras educacionais pediram para os alunos se dividirem em cinco grupos: gosto de rock, gosto de viajar, gosto de ler, gosto de esporte e alguém que já morou em outra cidade. A finalidade dessa atividade é provocar aproximação entre os jovens que possuam afinidades em comum.

De acordo com a Diretora de Orientação Educacional, Jaqueline de Vecchi Seviero, a atividade proposta nesta tarde faz parte do projeto “Acolher, compreender e fazer crescer”, que visa oferecer suporte para que o aluno se sinta bem, feliz e confiante para enfrentar os novos desafios.

“O aluno precisa compreender que essa é só mais uma etapa de suas vidas e que momentos de superação do medo rumo ao desconhecido irá acontecer em cada novo ciclo da sua história. Agora a mudança de colégio, depois o ingresso numa faculdade e ao fim a inserção no mercado de trabalho. Hoje, demos um empurrãozinho para auxiliar na socialização dos deles e deixamos claro o quanto são bem-vindos”, afirma.

Eduardo Castro, 16 anos, veio de Barra do Garças para cursar a 3ª série do Ensino Médio e ele conta como está se adaptando a essa nova fase. “De início é tudo muito desafiador e diferente, mas a escola está me dando todo o apoio possível. Estou com muitas expectativas e acredito que todos me ajudarão a alcançar meu objetivo que é entrar numa universidade federal”, comenta.

A última dinâmica sugerida pela equipe de orientação foi uma brincadeira de criança muito conhecida: batata quente. Os alunos foram desafiados a passar a caixa um por um e quando a música parasse, quem estivesse com a caixa na mão, teria que cumprir um desafio proposto. Ao final, o estudante abriu a caixa, e a adversidade era comer um bombom.

Os alunos ficaram inquietos ao descobrir qual era o desafio. Mas, a mensagem final era bem simples, às vezes ficamos inseguros com o que não conhecemos, mas existe uma grande possibilidade de encontrarmos deliciosas surpresas no final. A aluna Thais Vitória, 15 anos, irá cursar a 1ª série e confirmou que esse momento de interação fez toda a diferença para ela nessa primeira semana.

“Eu achei esse momento bem importante porque as vezes temos uma certa dificuldade para interagir com os outros alunos e essa tarde foi muito legal porque pude ver que não sou só eu de nova aqui, que tem esse sentimento de insegurança e que nós temos muitos pontos em comum com várias pessoas”, conta.

Fonte: Pau e Prosa Comunicação

Fotos: Jr. Silgueiro